segunda-feira, 27 de março de 2017

Teve direito a carrasco. Teve mais um show de Neymar. Teve dois golaços. Teve outra boa atuação do Brasil. Teve mais uma vitória. Com a goleada de 4 a 1 sobre o Uruguai na noite desta quinta-feira, no Estádio Centenário, a Seleção seguiu imbatível sob o comando de Tite nas eliminatórias. A sétima vitória seguida, com três gols de Paulinho, um de Neymar e ''Olé'' em Montevidéu, deixou a equipe com um pé na Copa do Mundo da Rússia em 2018. Uma vitória sobre o Paraguai na próxima terça, em São Paulo, pode selar a classificação. A Seleção precisa vencer e torcer por tropeços de Equador e Chile.






Foi a primeira vez que o Brasil saiu atrás sob o comando de Tite. No primeiro jogo fora de casa contra um grande adversário, a Seleção mostrou ter poder de reação. Bem postada, aproveitando os espaços dados pelo adversário (por vezes com os dez jogadores no campo de ataque na primeira etapa) e com Neymar inspirado, a equipe não deu chances ao Uruguai. O erro de Marcelo e o gol de Cavani serviram apenas para dar mais emoção ao jogo. O empate não demorou a sair. A Celeste até tentou fazer pressão na saída de bola algumas vezes, mas não deu certo. Mais do que controlar o jogo, o Brasil dominou os 90 minutos. Teve tranquilidade para virar no segundo tempo e golear um rival que havia vencido todos os seus jogos em casa nas eliminatórias. Detalhe: tinha sofrido apenas um gol no Centenário até esta quinta.

Paulinho mostrou ter estrela contra o Uruguai. Foi apenas o seu segundo jogo contra a Celeste. No primeiro, fez o gol da vitória por 2 a 1 e garantiu a classificação para a final da Copa das Confederações em 2013. Nesta quinta, mais três gols e nova vitória. Sob o comando de Tite, ele já tinha marcado contra a Argentina.




Eu achei que o Brasil jogou muito bem depois do primeiro gol,esse jogo ainda valeu recorde histórico para Tite,o recorde até então era de João Saldanha,que o bateu em 1969.
































segunda-feira, 6 de março de 2017

O Fla-Flu deste domingo (05) foi digno de uma final de campeonato no Estádio Nilton Santos. Após cinco gols e duas viradas, o Fluminense sofreu o empate por 3 a 3 do Flamengo na etapa final e precisou dos pênaltis para conquistar a Taça Guanabara.
O desenrolar do clássico foi digno de roteiro de cinema, com o Fluminense abrindo contagem aos quatro minutos com Wellington Silva. William Arão empatou aos oito, e Éverton virou aos 23. O Tricolor voltou a estar na frente com Henrique Dourado e Lucas, mas Guerrero empatou em cobrança de falta. Nos pênaltis, porém, Réver e Rafael Vaz perderam, e Marcos Junior converteu a cobrança que deu a 10ª Taça Guanabara ao Tricolor.
O Fluminense volta a conquistar o troféu após cinco anos. O título garante ao Tricolor uma vaga na semifinal do Campeonato Carioca. A festa nas Laranjeiras deve durar até domingo (12), quando a equipe abre a Taça Rio contra o Boavista. O Flamengo, por sua vez, precisa esfriar a cabeça logo, pois estreia na Copa Libertadores contra o San Lorenzo nesta quarta-feira (08).
Celso Pupo/Estadão Conteúdo

Wellington Silva vai bem e Júlio César se redime

Autor do primeiro gol do clássico, o camisa 11 do Flu fez vários desarmes e ainda encaixou uma linda assistência para Lucas fazer o terceiro do Tricolor no tempo normal. Ele ditou o ritmo da equipe, sendo a melhor arma ofensiva até ser substituído antes dos pênaltis por Marquinhos Calazans. Júlio César, por sua vez, foi mal com a bola rolando e se redimiu nos pênaltis. O goleiro saiu mal em dois lances de bola aérea, mas na decisão da marca da cal defendeu cobrança de Réver e abriu caminho para o Flu ser campeão. 

Fluminense para no segundo tempo

A defesa tricolor, que ainda não tinha sofrido gols na Taça Guanabara, não repetiu bom desempenho. Os gols de William Arão e Éverton saíram muito por culpa da má marcação, que deixou Guerrero livre duas vezes e não acompanhou o rebote em ambas. Ofensivamente o time explorou muito bem os espaços da defesa rival, principalmente em contragolpes. Na etapa final a correria foi trocada pela cadência. O Flu se portou bem ao controlar a velocidade da partida, mas foi castigado com novo empate na reta final. Sorte que o título veio nos pênaltis.

Flamengo tira empate da cartola, mas falha nos pênaltis

Dois dos gols do Fluminense saíram em contra-ataques construídos até com certa naturalidade. Os lances expuseram a fragilidade da defesa rubro-negra no primeiro tempo, quando o ritmo foi mais acelerado. Após o intervalo, quando precisou correr atrás do placar, o Flamengo encontrou muita dificuldade para criar. Teve em Guerrero o seu herói, com ótima cobrança de falta. Na decisão por pênaltis, porém, os zagueiros Réver e Rafael Vaz cobraram muito mal e permitiram que o Flu vencesse as cobranças por 4 a 2.


Comentário:

Eu achei que o jogo foi muito disputado,realmente os jogadores se esforçaram durante o jogo todo,a torcida seria de um único time,mas foi repensado e decidido que as duas torcidas poderiam ficar nas arquibancadas,ele foi encerrado com o desempate pelo pênaltis,no qual a vitória foi do fluminense.